Vivendo o que não pode ser vivido

2.12.14

Era mais um dia como qualquer outro estava eu, como sempre faço ao acordar mexendo em meu celular, respondendo algumas pessoas que me mandaram mensagens durante a noite, e me deparo com uma de um amigo de infância, não qualquer amigo mas sim meu melhor amigo, e isso mexeu comigo e me fez lembrar do tanto que eu estava com saudades dele, e de todas as nossas aventuras quando crianças. Depois de me perder em lembranças me lembrei que deveria responde-lo e logo o fiz, afinal queria saber se ele tinha voltado a cidade, caso fosse o caso queria me encontrar com ele. Após responder a todos e cansar de esperar por uma resposta decidi então me levantar e fazer minha higiene matinal, tomar meu café da manhã. Como eu estava ansioso fiz tudo o mais rápido possível e logo retornei ao meu quarto para então ver se havia alguma resposta, mas como o esperado ainda não havia chego nenhuma resposta. Fiquei impaciente e queria ligar para ele, mas logo tirei essa ideia da cabeça afinal ele poderia estar trabalhando ou algo do tipo. Deixei o celular sobre a cama e fui para a sala ver tv. achei que tudo estava queto de mais então fui dar uma olhada pela janela e ver o que estava acontecendo foi ai que me dei conta de que estava chovendo e ventando muito, um sinal de que ficaria frio, isso me deixou muito feliz, afinal eu gosto muito de frio, mesmo sendo magricela, o frio nunca foi um problema para mim· Mas mesmo assim havia algo que estava me incomodando muito que era o fato de meu aniversário estar chegando e eu odiava sempre essa data, sempre foi de muita alegria mas depois da morte de meu pai ela se tornou uma data triste, afinal era ele quem me alegrava sempre nessa data.
- Para com isso Rafa, tira essas coisas da cabeça não faz bem ficar pensando nessas coisas. - Eu disse a mim mesmo balançando a cabeça de um lado para outro.
Meu celular começou a apitar e logo sai correndo para ver quem era, e para minha alegria era meu melhor amigo Rodrigo quem me ligava, logo atendi e começamos a conversar trivialidades, e marcamos dele vir em minha casa no final de semana, desligamos e eu voltei para a sala carregando o celular comigo, e fui procurar algo legal para assistir na tv, mas logo peguei no sono.
A semana passou normal como em todos os dias, acordar passar as tardes assistindo filme e depois ir para a faculdade. Sempre a mesma rotina. Mas eu ansiava pelo final de semana, e para minha sorte ele logo chegou e com isso eu finalmente iria encontrar com meu amigo. E isso faria com que meus dias fugissem um pouco da rotina.
Passei a madrugada inteira acordado assistindo filmes de terror, e com isso iria acordar muito tarde ou pelo menos esse era o plano, havia esquecido que era sábado. E para minha surpresa Rodrigo estava em minha casa logo pela manhã foi sem nem ao menos avisar, e ao ver que eu estava dormindo é claro que ele iria aprontar alguma, e aprontou, me jogou um balde com água fria, levantei amaldiçoando ele, e depois caímos na risada como sempre acontecia, e para me vingar claro que pulei nele e o joguei sobre minha cama encharcada, ele ficou molhado e irritado com aquilo, mas começou a rir. fui fazer minha higiene matinal e pedi para ele levar as colchas para fora afinal eu teria que secar minha cama e também trocar tudo. Ele gritou para que eu fosse mais rápido pois iriamos sair, eu não estava gostando muito da ideia de sair mas me arrumei e perguntei aonde iriamos ele não me disse, pediu apenas para que eu ficasse queto e esperasse que logo veria para onde iriamos. Fiquei queto esperando para ver se reconhecia algum lugar para saber para onde estava indo mas nada me parecia familiar, então fiquei queto e ouvindo a musica que tocava a um volume baixo dentro do carro. Aproveitei aquele tempo para não pensar em nada, mas quando se é uma pessoa como eu a cabeça não fica muito tempo sem nada, e logo veio a imagem dele em minha cabeça Arthur, aquele cara sabia me encantar, o olhar decidido dele sempre mexeu muito comigo e aquela barba por fazer me fazia imaginar muitas coisas uma delas era ela pinicando meu rosto em meio a beijos, sim eu gostava daquele cara, mas era algo que nunca iria acontecer afinal ele nem deve saber que eu existo, e mesmo se souber provavelmente ele não fica com homens e muito menos como alguém como eu, afinal ele naquele corpo todo escultural e aqueles olhos verdes, que seriam capas de derreter todo o gelo do polo sul, ele nunca olharia para mim, mas mesmo assim eu ainda sentia algo muito forte por ele e isso mexia muito comigo, demorei a perceber que o carro estava parando. e logo vi onde estávamos.
- Esse é aquele parque em que vinhamos quando eramos crianças? - perguntei a ele
- Sim, ele mesmo, esta tão diferente não acha? - ele respondeu sorrindo, comecei a olhar ao redor e assenti com a cabeça.
- Rafa - ele me chamou e eu olhei para ele que continuou a falar - Espero que não se importe mas eu chamei alguns amigos para vir também, sei que eu prometi que iriamos ser só nos esse final de semana, mas eu tinha combinado com eles também e não queria desmarcar com você nem com eles. - eu apenas assenti e fui guiado por ele até um local em que fazia muita sombra naquele parque. e para minha surpresa ao ver que entre os amigos de Rodrigo estava Arthur, meu coração acelerou, cumprimentamos a todos e Arthur que estava próximo a mim, sorriu ao me dizer um Bom dia, claro que eu quase tive um ataque cardíaco, mas me controlei e respondi com o melhor sorriso que tinha dentro de mim naquele momento. Começamos a conversar e logo eu já estava enturmado com todos eles.

(Continua...)

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2 comentários

  1. Cadê a continuação, brasil? Tô ansiosa DDDDD:

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  2. A continuação eu acabei de publicar corre que já da pra ler!

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